Minas Gerais
BH institui coleta domiciliar de sangue para pessoas com autismo
Por
G1 Minas Gerais
19 de August, 2026
O mês de abril é voltado à conscientização mundial sobre os direitos de Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Divulgação/ Equatorial
Belo Horizonte instituiu nesta quarta-feira (18) uma lei que cria regras para a coleta domiciliar de sangue para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Conforme publicado no Diário Oficial do Município, a medida busca reduzir o estresse, crises sensoriais e comportamentais nos usuários.
Segundo previsto na Lei 12.110, o programa será realizado por profissionais capacitados para atendimento deste público por meio das Unidades Básicas de Saúde (UBS).
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Para viabilizar o programa, também poderão ser feitas parcerias com laboratórios, universidades, entidades filantrópicas e organizações da sociedade civil.
Para agendar as coletas, será necessário apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico de TEA, solicitar a coleta em uma UBS, apresentar consentimento informado do responsável legal ou cuidador e indicar os melhores horários para a coleta.
Agora no g1
Vale destacar que o atendimento domiciliar passará por avaliação técnica, observando critérios clínicos, operacionais e funcionais antes de sua realização.
O g1 entrou em contato com a Prefeitura para obter mais detalhes sobre o programa e aguarda retorno.
Veja os vídeos mais assistidos do g1 Minas:
Divulgação/ Equatorial
Belo Horizonte instituiu nesta quarta-feira (18) uma lei que cria regras para a coleta domiciliar de sangue para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Conforme publicado no Diário Oficial do Município, a medida busca reduzir o estresse, crises sensoriais e comportamentais nos usuários.
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Para viabilizar o programa, também poderão ser feitas parcerias com laboratórios, universidades, entidades filantrópicas e organizações da sociedade civil.
Para agendar as coletas, será necessário apresentar laudo médico que comprove o diagnóstico de TEA, solicitar a coleta em uma UBS, apresentar consentimento informado do responsável legal ou cuidador e indicar os melhores horários para a coleta.
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Vale destacar que o atendimento domiciliar passará por avaliação técnica, observando critérios clínicos, operacionais e funcionais antes de sua realização.
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